"E a literatura, mais que avenida ou praça
por onde cavalga a glória, é um monumento,
sim, de dúbia estória: granito e rima,
alegoria ao vento, lugar onde carentes
e arrogantes
cravamos nosso nome de turista:
-estive aqui, desamado,
riscando a pedra e o tempo
expondo meu sangue e nome com o coração trespassado."
3 comentários:
Continue inspirando :-)
assim como no recém-nascido, o choro também será inevitável...
(desculpe, fase pessimista...rs)
Re-nascer!
Beijos,
Anna Amorim
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