quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Para Hilda Hilst ou Poema onírico da aprendizagem
















quem dera eu
nos sonhos um dia
fizesse amor com hilda
beber de teu sexo
o sumo da poesia
porque só no amor
eu aprendo a ser
poeta

hilda, amiga
de véu e aroma
na noite mais escura
e triste
vela meu sono

me acorda do sono, hilda
me deixa fazer amor contigo
me ensina
a ser poeta

*pintura O Pesadelo de Henry Fuseli

1 comentários:

Curiosa disse...

uau! que lindo poema! adorei também oq ue vc fez para adélia prado ... gosto de sua escrita ... muito ... abraço!